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sexta-feira, 3 de julho de 2020

Família



Há famílias de diferentes tipos,
Mas todas elas são especiais,
Pois amor de família é para a vida toda
E suas marcas são essenciais.

Cada almoço ou jantar
Une famílias diversas.
Risadas e brincadeiras
Espantam situações adversas.

Apesar das diferenças,
A união é um laço comum.
Mais importante é o amor
 Que sobrevive em cada um.

A família é a força
Que incentiva cada jornada.
Realizar objetivos e sonhos
É mais fácil, se a família é motivada.

Convivência em família
Dizem que é tudo igual,
Mudam endereços e pessoas,
Mas é mais feliz o acordo consensual.


Aluna: Mônica Antunes de Lima
9.º ano – Poema reescrito sobre o tema “Família”.
Atividade não-presencial – 27 de junho de 2020
Disciplina: Língua Portuguesa

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Viver é bom




Deus deu a vida
Para você aproveitar.
Ninguém sabe o dia de amanhã,
Se você cair, tente levantar.

Deus coloca obstáculos
Para nos estimular.
Com a bênção do pai e da mãe,
Dificuldades vamos superar.

Brincar é mais divertido
Com amigos agrupados,
Tratando bem um ao outro
Seguiremos juntos e animados.

Um mundo melhor,
Não espere acontecer.
Faça sempre a sua parte,
Assim, o melhor pode nascer.


Aluno: Roger Maçaneiro
6.º ano II – 17 de junho de 2020
Poema reescrito – Língua Portuguesa
Atividade 02 – Não presencial devido à pandemia COVID-19
Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis

Por um mundo melhor





Estamos passando por dias difíceis,
Que parecem não ter fim...
Pare, pense, encare de frente,
Mudar o mundo só depende da gente.

Um mundo melhor exige consciência
Novas atitudes e boa convivência.
Precisamos lutar pela nossa nação
De mãos dadas com determinação.

Dias melhores virão
Com mais respeito e união.
A paz reinará em cada coração.
Sem medo de perder um irmão.

Dias melhores com solidariedade,
Consolando a dor de toda a humanidade.
Crianças, jovens e idosos
Superando a contaminação...
Sim, dias melhores virão!



Aluno: Lucas Martins
6.º ano II – 17 de junho de 2020
Poema reescrito – Língua Portuguesa
Atividade 02 – Não presencial devido à pandemia COVID-19
Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis

Não basta esperar



Não espere por dias melhores,
Compete a você melhorar os seus dias.
Não se sinta sozinha,
Colabore para melhorar o dia de alguém.

Sinta-se como uma rainha,
Não se veja como a pior pessoa.
Sinta-se leve como uma borboleta,
Livre como um passarinho.

Dias melhores dependem de nós,
Sem brigas, sem xingamentos.
Dias melhores com mais respeito,
Mais responsabilidade e sensatez.

Dias melhores, com bom humor,
Tarefas bem feitas,
Deveres cumpridos
E direitos respeitados.


Aluna: Anna Luíza Niedzielski
6.º ano I – 17 de junho de 2020
Poema reescrito – Língua Portuguesa
Atividade 02 – Não presencial devido à pandemia COVID-19
Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis

sábado, 23 de maio de 2020

Os desafios do Sistema de Ensino Brasileiro



O Sistema de Ensino Brasileiro não está entre os melhores do mundo. Escolas mal equipadas, professores desvalorizados e alunos com baixo rendimento escolar são problemas há anos debatidos, mas, infelizmente, sem solução a curto prazo.
O principal fator de desenvolvimento de um país é a educação de boa qualidade para o seu povo. O Brasil ocupa a sétima posição na economia mundial, mas o mesmo não acontece no setor educacional, que está entre as vinte piores colocações no ranking mundial. A precariedade na formação educacional da população brasileira retarda o desenvolvimento do país e agrava a desigualdade social. Investir em educação significa abrir caminhos para o progresso do país no segmento científico e tecnológico. Significa usar os recursos naturais com sabedoria, equilíbrio e responsabilidade em relação à sustentabilidade dos ecossistemas. A educação contribui para a geração de riqueza e progresso de qualquer país.   Para exemplificar, basta lembrar que hoje o Japão é um dos países mais poderosos do mundo, mas até meados do século XX esse quadro era bem diferente. Após os atentados nucleares que quase destruíram o país, os japoneses priorizaram investimentos em educação para se reerguer e alcançaram seus objetivos em avanços tecnológicos, científicos, econômicos e sociais. O Brasil investe menos de 10% do seu PIB em educação, o crescimento econômico está estagnado, a desigualdade social é imensa e aproximadamente 25% da população vive em situação de pobreza. Além dos problemas crônicos, a pandemia do novo corona vírus piorou a situação do país como um todo e o ensino ficou ainda pior com as escolas fechadas e parte considerável de alunos sem acesso à internet para possibilitar o ensino a distância. Famílias e alunos enfrentam dificuldades nos afazeres escolares que lhes são entregues pelas escolas. A COVID-19 fez a sociedade perceber a importância do trabalho dos professores e como eles estão fazendo falta no dia a dia de crianças, adolescentes e universitários, pois o perigo de contaminação interferiu profundamente no Sistema Educacional, que é essencial, mas não pode ficar acima do valor da vida humana.
No curto prazo, não se pode esperar grandes inovações e investimentos por parte do governo. Caberá à sociedade adaptar-se à nova realidade criada pela pandemia. Grandes crises também geram grandes inovações. O momento exige persistência, coragem e iniciativas individuais como o hábito de ler, pesquisar e construir conhecimentos de forma autônoma. A pandemia está forçando famílias e estudantes a refletirem sobre o processo de ensino e aprendizagem. Esta vivência certamente contribuirá para transformações e inovações no Sistema de Ensino Brasileiro.

Aluna: Stefany Emanuelli dos Santos
Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis
9.º ano – Língua Portuguesa – 22 de maio de 2020
Texto dissertativo-argumentativo reescrito

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Desafios do Sistema de Ensino Brasileiro


  
Já é de conhecimento público que a COVID-19 paralisou muitas atividades em nosso dia a dia. Uma delas, infelizmente, foi a escola. Por mais que a maioria dos alunos ache bom, há vários aspectos ruins nesta história. Atualmente estamos passando por uma fase muito difícil, pois, de repente, o Sistema de Ensino foi paralisado e, como consequência, interrompeu-se o aprendizado e o andamento do ano letivo de 2020. Isto, com certeza, acarretará déficit de aprendizagem aos milhares de estudantes brasileiros.
Para amenizar o problema, algumas escolas passaram a ministrar aulas online. Isto auxilia pelo fato de os alunos poderem manter uma rotina de estudos sem sair de casa. No entanto, existem centenas de alunos matriculados em escolas públicas que não têm acesso à internet. Por isso, as escolas viram-se obrigadas a fornecer conteúdo impresso aos seus alunos. Apesar do esforço empreendido pelas escolas, ocorrem muitas queixas e reclamações devido ao fato de grande parte dos alunos não ter o hábito de estudar de modo autônomo e apresentarem dificuldade em leitura e interpretação de textos. Por outro lado, muitas famílias viram-se despreparadas e sem condições de orientarem o estudo dos filhos tanto por falta de tempo, como por terem baixo nível de escolaridade. A pandemia trouxe à tona um velho problema do Brasil: a precariedade e a falta de modernização e adequação do sistema de ensino. Diante de uma emergência como a que estamos vivenciando, constatou-se que o Sistema Educacional Brasileiro é vulnerável e de pouca eficácia.
Certamente, diante desta anormalidade, as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação perceberam a necessidade de se planejarem melhor e de desenvolverem ferramentas tecnológicas para complementar o ensino presencial e para instigar os alunos a serem sujeitos autônomos na construção do seu saber. Ficou clara a necessidade de uma mudança cultural, onde se pratique o hábito de estudo, pesquisa e leitura. Neste período de pandemia, a aprendizagem escolar está baixa e pode trazer consequências futuras nefastas à vida de milhares de alunos, pois ficará uma grande lacuna no ano letivo de 2020.
Diante disso, resta-nos colaborar de modo responsável e consciente para antecipar o fim da pandemia, evitando aglomerações, mantendo o distanciamento social, a higiene das mãos e o uso de máscaras para que as escolas possam ser reabertas o mais breve possível. Quanto antes os brasileiros tomarem juízo e seguirem as orientações da Organização Mundial da Saúde, mais rápido esta crise acabará, poupando muitas vidas e desperdício de tempo. Ajudemos a nós mesmos e ao planeta Terra, que também está sofrendo ao ser o palco desta agonia.

Aluno: Guilherme Waismann
Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis
9.º ano – Língua Portuguesa – 04 de maio de 2020
Texto dissertativo-argumentativo reescrito


quinta-feira, 16 de abril de 2020

A pandemia e o caos



A História comprova que grandes crises geram também grandes revoluções. O novo coronavírus nocauteou os sistemas de saúde e a economia globalizada. Trouxe à tona mais esmero com hábitos de higiene e um olhar mais atencioso ao pedido de socorro do planeta Terra. Paralisou também os sistemas de ensino que, diga-se de passagem, no Brasil são engessados, arcaicos e antiquados para o tempo atual.
De repente, escolas e alunos têm seu vínculo presencial interrompido. Nos primeiros dias imperaram o silêncio e a desorientação. No entanto, percebeu-se que algo teria que ser feito. Afinal, o Sistema Educacional sente que não pode perecer, pois é um pilar fundamental da sociedade humana. O que fazer? Como fazer? Com que recursos? Optou-se por usar a internet como ponte entre professores a alunos. Aí, começou o desconforto e o incômodo às famílias. Abruptamente, passaram a ter mais uma responsabilidade: assessorar os filhos nas tarefas escolares online. Na sequência, surgiram o alvoroço, a inquietação, opiniões divergentes, debates, apuração de aspectos positivos e negativos... Problemas operacionais, dificuldades tecnológicas, apreensão. Milhares de alunos perceberam, finalmente, que estudar é muito mais do que frequentar uma escola. Outros tantos descobriram que são capazes de enfrentar novos desafios. Muitos, infelizmente, se omitiram, preferindo manterem-se à margem da nova situação.
Há anos discute-se o obsoletismo das escolas brasileiras, a precariedade de recursos pedagógicos, o baixo nível de interesse e de aprendizagem dos alunos, a eficácia e a relevância de conteúdos curriculares e a preparação do cidadão para enfrentar os desafios impostos pela vida numa sociedade consumista, atrelada ao capital e ao lucro.
Como disse recentemente o Dr. Augusto Cury: “Foi necessário um vírus” para chacoalhar a humanidade que, certamente, não será mais a mesma em muitos aspectos. Para o Brasil ficou suficientemente claro que é preciso investir em ciência, tecnologia, pesquisa e industrialização de recursos próprios. Que as universidades devem buscar parcerias com laboratórios nacionais para viabilizarem a produção de vacinas e medicamentos. Que precisam assessorar indústrias na fabricação de equipamentos e insumos nos mais diversos setores de engenharia e produção. Enfim, o Brasil precisa deixar de priorizar apenas a exportação de gêneros alimentícios e matéria-prima e buscar mais autonomia tecnológica e científica.
Nós, professores e alunos, estamos ansiosos e preocupados nestes dias de pandemia, mas certamente vamos encontrar novas perspectivas, novos meios e metodologias de ensino, estudo e aprendizagem. Talvez este caos tenha sido necessário para avaliarmos o que cada um de nós pode fazer a fim de viabilizarmos as reformas e mudanças que revolucionarão as escolas brasileiras, trazendo-as para o patamar das necessidades da humanidade do século XXI. Que esta crise possibilite o aguçamento de nossa inteligência, de nossa criatividade, de nossa empatia e que sejamos persistentes na busca de soluções e correções de erros cristalizados na humanidade no decorrer do tempo. Que nossas consciências e valores equivocados transmutem, a fim de preservarmos todo o complexo sistema de vida de nosso planeta Terra, que é a nossa casa, o nosso habitat.

Professora Walterlin Forostecky Kotarski
Porto União, 16 de abril de 2020.