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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Parabéns, Porto União!

Parabéns, Porto União!


Cidade maravilhosa
Com um povo persistente,
Quando perde uma luta,
Recomeça e segue em frente.

Cada um tem sua meta
E luta até conseguir.
Morar nesta cidade
É motivo para sorrir.

Minha mãe sempre me diz
Que não pretende ir embora.
Esta cidade lhe traz alegria
Até nos momentos em que chora.

Eu também sou grato a ela,
Aqui vivo, brinco e estudo.
Quero continuar aqui,
Esta terra para mim é tudo.




Aluno: Alisson Daniel Rodrigues
7.º ano I – Poema reescrito
Homenagem a Porto União
Língua Portuguesa – Prof.ª Walterlin
Agosto de 2013.

Homenagem



Cidade encantadora
Com histórias a contar...
Quem está aqui é porque gosta
E quem gosta quer ficar.

Aqui há gente boa de sobra
Que dá gosto de falar,
E se há coisa ruim,
Juro, não sei citar!

Nossa comida é boa,
Venha nos visitar.
Não fique protelando,
Venha logo se encantar.

Porto União é fabulosa,
Tem carisma natural,
O turismo ecológico
É grande atração local.

Há um povo hospitaleiro
Esperando por você,
E belas cachoeiras
Mostradas até na tevê.


Aluno: Igor André dos Santos Boiko
7.º ano I – Poema reescrito
Homenagem a Porto União
Língua Portuguesa – Prof.ª Walterlin
Agosto de 2013.

Cidade querida

Cidade querida

Porto União está crescendo,
A cada dia se desenvolve.
Aqui, há famílias felizes
E os problemas com calma se resolvem.

Lugar de pouca violência,
A paz tem a nossa preferência.
Mas não se pode titubear,
Sempre há algo a melhorar.

Seu povo é estudioso,
Aprende, cria, investe e inova,
Mas mantém as tradições
E a história se renova.

Lugar privilegiado
Com natureza bela,
A vida tem qualidade
E quem se vai sente saudade.


Aluna: Andressa Maria dos Santos
7.º ano I – Poema reescrito
Homenagem a Porto União
Língua Portuguesa – Prof.ª Walterlin
Agosto de 2013.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Cidade querida



Porto União, cidade querida,
Que há anos nos acolhe,
Aqui a vida é tranquila
E quem planta sempre colhe.

Seu inverno é nebuloso,
A bruma encobre as colinas,
O sol aparece tarde
E a umidade predomina.

A primavera chegando
Traz consigo a alegria,
O passaredo cantando
Faz bonita sinfonia.

O verão é abafado,
Mas anima sua gente,
Que sai para caminhar
Cuidando do corpo e da mente.

Cidade pouco lembrada
No governo estadual,
Poucos recursos recebe
Distante da capital.

Mas seu povo é persistente,
Reivindica e segue em frente...
Aqui, o progresso é lento
E valorosa é sua gente.

Noventa e seis anos
De apego a este chão.
Aqui, nossa vida é boa
E amamos Porto União.

Prof.ª Walterlin F. Kotarski
Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis

15 de agosto de 2013.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Amanhecer na fazenda



Pássaros cantando, grama branquinha de geada, o cantar marcante do galo, o nascer do sol tímido em meio ao nevoeiro, mas que aos poucos se torna grandioso e quentinho.
Na fazenda, se alguém "bater as botas", nem sempre significa que morreu, mas sim que tirou o barro das botas.  
Banho de rio nas tardes quentes de verão, passeios a cavalo, ar puro.
Trabalho árduo. Levantar cedinho. Ordenhar as vacas. Dar de comer aos animais. Semear, plantar, colher, vender.
Reparar as cercas, picar lenha, tomar chimarrão com a família.
E você, leitor, gosta da vida no campo?

Aluno: Lucas Werle

8.ª série I – 09/07/2013 - Crônica reescrita – Língua Portuguesa

A Bandeira Nacional



Há alguns anos atrás, era uma quarta-feira e haveria um jogo amistoso da seleção brasileira de futebol. Lembro-me de que o meu tio viria pela primeira vez à minha casa para passar a noite.
De manhã, eu fui à escola. À tarde, brinquei muito com titio, foi divertido, um dia legal. À noite, mamãe preparou um jantar delicioso e depois foi dormir, pois havia trabalhado o dia todo e estava bastante cansada.
Eu e meu tio estávamos bem dispostos e resolvemos assistir ao jogo do Brasil. Começaram a cantar o Hino Nacional com uma bandeira à frente e todos os jogadores com a mão no peito. Foi aí que o meu tio começou a falar:
__ Por que essa bandeira e esse hino? Isso só atrapalha o início do jogo, pois é um tempo gasto à toa. É apenas uma bandeira que eles ficam olhando. Não tem significado nenhum para mim. Será que eles gostam de uma bandeira com uma escrita e umas estrelas? Isso não tem nada a ver com futebol.
Eu fiquei meio confuso, não sabia o que dizer. Tive receio de magoar o meu tio, pois vejo a Bandeira Nacional de um modo bem diferente dele. Para mim, ela tem valor, representa o meu país, o Brasil, que eu amo muito.
Caro leitor, você acha que titio não sabia o significado da bandeira do nosso país? O que suas cores simbolizam? Sua história e importância política?
Confesso que eu fiquei um pouco decepcionado com ele. Durante o dia, ele foi tão legal. Passamos horas tão divertidas juntos. Então, pensei comigo mesmo: Será que o titio sabe realmente ler e interpretar o significado da frase "Ordem e Progresso"? Eu não conseguia entender por que ele não valorizava o símbolo que melhor representa a nossa pátria. Enquanto eu pensava em silêncio, o jogo seguia aminado, mas eu não havia prestado atenção a nenhuma jogada. O tempo foi passando, ele torcia e eu continuava quieto no meu canto. Comecei a bocejar, a bocejar... E o sono me dominou. Deitei no sofá e até hoje eu não sei se o Brasil ganhou ou perdeu aquela partida.

Aluno: Alexandro Sievers

8.ª série I – 09/07/2013 - Crônica reescrita – Língua Portuguesa

Barbárie



O filme "O menino do pijama listrado" trata da história de dois meninos: Shmuel e Bruno. Shmuel era judeu e vivia num campo de concentração nazista. Bruno era filho de Ralf, oficial do exército alemão, que comandava um dos campos de concentração de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Naquele tempo, os judeus eram perseguidos, escravizados e mortos de formas hediondas pelos alemães nazistas.
Nathalie, avó paterna de Bruno, durante a festa de comemoração da promoção de Ralf no exército disse: "Penso que talvez eu tenha colaborado para que isso acontecesse, filho". Ela confeccionava fardas para o filho brincar de soldado desde pequeno e também aprovava a política nazista. Tinha muito orgulho de seu filho militar. Ralf, no entanto, a advertiu: "Estamos numa festa, mamãe, e expressar a sua opinião em público, pode deixá-la em maus lençóis." Afinal, em Berlim, muitas pessoas não sabiam o que realmente acontecia nos campos de concentração nazistas.
Apesar do ambiente inóspito, cruel, vingativo e cheio de ódio nasceu uma amizade fiel e sincera entre Shmuel e Bruno. Uma amizade difícil de encontrar até mesmo nos dias de hoje.
Querido leitor, penso que você também concorda que tudo o que acontecia nos campos de concentração era errado, cruel e desumano.
Tenho consciência de que todos temos o direito de escolher a nossa religião, sem que ninguém nos torture e nem nos oprima com ameaças e atrocidades.
Leitor amigo, aí eu lhe pergunto:
__ O que você faria numa situação como a retratada no filme? Morreria por um amigo como Bruno fez ou ajudaria a segregar e a matar mais famílias por causa de sua crença, descendência, etnia ou convicção política?
Este filme tem o poder de mexer com o emocional das pessoas que o assistem e provoca muitas reflexões. Ele apresenta amostras das barbáries cometidas pelo exército alemão nazista. Barbáries que foram consideradas como crimes de guerra, mas, na verdade, foram crimes hediondos cometidos contra a humanidade. Queira Deus que nunca mais se repitam massacres e atrocidades dessa natureza e que o ser humano jamais se desumanize a tal ponto.



Aluna: Keyla Caroline Engel de Paula

8.ª série I – 09/07/2013 - Crônica reescrita – Língua Portuguesa