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domingo, 18 de setembro de 2011

Olho no espelho e vejo...

Olho no espelho e vejo os meus olhos que, aliás, são muito bonitos. Vejo meu rosto, meu cabelo, minha pele branca, mas também vejo o meu corpo inteiro, do qual não gosto nem um pouco. Nem saio muito de casa, pois sinto muita vergonha de ser como sou.

Olho no espelho e vejo o meu egoísmo por me preocupar com o que os outros irão pensar da minha roupa, se rirão do meu cabelo, como se eu fosse a última pessoa da face da Terra...

Olho no espelho e vejo que estou me distanciando do mundo cada vez mais, perdendo amizades e ficando cada dia mais insuportável por reclamar tanto da minha vida...

Olho no espelho e vejo que, enquanto eu reclamo por estar gorda, comendo bem, outras pessoas agradecem por estarem vivas, enquanto passam fome. Penso que mais tarde, quando eu me olhar no espelho, não verei mais a mesma menininha que antes não tinha motivos para reclamar, que era perfeita e não valorizava suas qualidades, achando que beleza era tudo... Olho no espelho e percebo que devo mudar o modo de me ver e reconstruir a minha autoestima.

Aluna: Bianca Rocha

8.ª série – 15/09/11

Olho no espelho e vejo...


Olho no espelho e vejo os meus olhos que, aliás, são muito bonitos. Vejo meu rosto, meu cabelo, minha pele branca, mas também vejo o meu corpo inteiro, do qual não gosto nem um pouco. Nem saio muito de casa, pois sinto muita vergonha de ser como sou.

Olho no espelho e vejo o meu egoísmo por me preocupar com o que os outros irão pensar da minha roupa, se rirão do meu cabelo, como se eu fosse a última pessoa da face da Terra...

Olho no espelho e vejo que estou me distanciando do mundo cada vez mais, perdendo amizades e ficando cada dia mais insuportável por reclamar tanto da minha vida...

Olho no espelho e vejo que, enquanto eu reclamo por estar gorda, comendo bem, outras pessoas agradecem por estarem vivas, enquanto passam fome. Penso que mais tarde, quando eu me olhar no espelho, não verei mais a mesma menininha que antes não tinha motivos para reclamar, que era perfeita e não valorizava suas qualidades, achando que beleza era tudo... Olho no espelho e percebo que devo mudar o modo de me ver e reconstruir a minha autoestima.

Aluna: Bianca Rocha

8.ª série – 15/09/11

Olho no espelho e vejo...

A cada dia que passa, vejo no espelho uma garota diferente, com novas atitudes, novas tristezas e, principalmente, novos desafios. A cada amanhecer, olho-me no espelho e pelo meu olhar dá para perceber os meus sentimentos. Às vezes, sinto-me confusa, num instante estou alegre e no minuto seguinte sinto-me desanimada. Enquanto me olho, faço uma retrospectiva da minha vida. Lembro de todos os momentos bons e ruins pelos quais já passei. Vejo cada alegria ao lado dos meus amigos, como estamos cada vez mais unidos e que viver mais um dia ao lado deles é uma dádiva.

Olho no espelho e vejo uma menina em fase de crescimento, não apenas físico, mas também emocional. Uma adolescente mais preparada para enfrentar suas emoções e encarar as novas experiências propostas pela vida. Vejo como a minha família é dedicada a mim, cada sacrifício que os meus familiares fazem para eu me sentir feliz e eu, ingrata, não dou valor. Vejo que sem o apoio dos meus pais talvez eu ainda não saiba lidar com a sociedade nem com a vida. Vejo o quanto eu os amo e, muitas vezes, não expresso esse sentimento.

Olho no espelho e vejo uma jovem, que mesmo tendo tudo o que quer, não sabe dar o devido valor àqueles que a amam. Uma jovem que deveria agradecer todos os dias por ter pessoas maravilhosas ao seu lado e por ter uma vida ótima. Há momentos também em que vejo uma jovem que ama a vida acima de tudo, mas que tem medo das próprias emoções.

Aluna: Letícia Pedroso Bordinhão

8.ª série – 15/09/11

Olho no espelho e vejo...

domingo, 28 de agosto de 2011

Fico feliz quando...

Fico feliz quando vou visitar minhas amigas, porque me divirto na casa delas. Fazemos muitas coisas legais, conversamos, cuidamos do nosso visual, pintamos as unhas e nos maquiamos.

Adoro participar de viagens programadas pela escola, porque tenho a chance de conhecer coisas novas, novos lugares, é sempre muito divertido e interessante.

Fico feliz quando meu sobrinho vem me visitar, porque ele é muito fofo, lindo e esperto. Quando ele vai embora fica aquela bagunça para eu arrumar, mas alegro-me apesar do trabalho que ele me dá, pois não é sempre que podemos estar juntos.

Aluna: Graziele Aparecida dos Santos

7.ª série II – 23/08/11.